Márcio Bonfim

Márcio Bonfim é descendente de árabe por parte de pai e francês por parte de mãe. Antes de iniciar os trabalhos artísticos adquiriu muita experiência e perfeição onde trabalhou. Desde criança Márcio era convidado a desenhar para os amigos e mostrar a sua arte e foi aperfeiçoando o seu dom com curso de desenho de interiores, trabalhou em uma indústria de móveis sob media e com arte finalista em uma gráfica.

Com o passar dos anos, Marcio foi se dedicando a outras áreas de atuação, fez cursos de maitre (chefe de restaurante), de gastronomia, por influência da mãe, Ione, que tinha restaurantes na cidade de Bandeirantes, norte do Paraná e teve a oportunidade de fazer um curso de vinhos no Rio Grande do Sul.

Há cinco anos em Campo Largo, Márcio nunca deixou de desenhar, e atualmente é garçom à noite e artista durante o dia, mas se pudesse dedicaria todo o seu tempo ao desenho. Por enquanto a divulgação dos seus trabalhos está mais direcionada a família e amigos, mas em breve pretende expor os seus trabalhos na Feira de Artesanato de Campo Largo que acontece na Praça Getúlio Vargas. “Diziam que eu era um talento escondido e quem não é visto não é lembrado”, comenta o artista. Márcio utiliza pisos de cerâmica, nanquim e fixador.

O estilo dos desenhos é variado, exclusivo, e cada um tem a sua marca, “todos tem um significado”, conta. Márcio gosta de usar pontilhismo, proporcionando sombreado além de profundidade e perspectiva para chegar o mais próximo do real. Seus quadros são em sua maioria, grafite e preto e branco. Para fazer um quadro, Márcio sempre conversa antes com o cliente para saber o que ele quer. Os quadros não são intitulados, mas tem seu significado próprio, para realizar um trabalho sobre a união de duas pessoas, o artista pensou muito e criou, “o relacionamento é uma batalha, significa luta, por isso a figura do gladiador”, comenta. A arte que faz se assemelha com a tatuagem, são muitos detalhes que fazem o contexto da figura, “acho incrível quem tatua, pois eu trabalho em uma superfície fixa, e outra coisa é na pele, quando sai sangue e é de extrema precisão”, declara.

Como em qualquer profissão, o artista também precisa de críticas construtivas, e no caso de Márcio, são vindas de sua esposa Marta, que costuma opinar sobre o que deve ser melhorado nos desenhos. Para fazer uma obra, Márcio leva de duas e três horas, contando inclusive, as provas até chegar à arte final, com os mínimos detalhes.

Para encomenda de quadros, telas, esculturas em biscuit ou mais informações falar com Márcio através do telefone 3292-9825.

 

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